Quando o céu nos serve de telhado
à solidão das ideias em flor,
à queda de tantos braços em brasa,
não há quem habite os olhos
das casas abandonadas da planície.
da voz do teu velho rádio ainda oiço suspiros relatos desportivos golos num fim de tarde, meu eterno Pai. guardo as tuas dedadas no e...
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