sábado, 22 de maio de 2010

Café Poema - Poema colectivo - Sensualidade(s) -




Assim foi, no passado dia 07-05-2010,
palavras ditas em alma-calda de um corpo só.
aqui fica o nosso poema-colectivo .
obrigado a todos pela vossa participação.
sem mais delongas....

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renovado cupido ramos de fogo agora lança
sensualidade vejo-te nua no luar da minha duna
os meus sentidos fazem mais sentido se por ti sentidos
gosto do teu senso por não ser comum
amadurecer contigo na Primavera chuvosa
se amasse de dia a noite seria como eu queria
descobri-te numa noite de luar,
a tua boca na minha boca onde um novo corpo fala
assim até parece que te toco sem te tocar
a tua beleza deixa-me sem respirar
a alma física do ser luminoso que ama,
e nas curvas da noite sensualidade anónima
ignorância da inocência do senso
no corpo de luz escorre o fado do desencontro
logo, dois e dois,  somos mudos de amor
sensual sou eu ao olhar-me ao espelho
deleita-te em minha alcova, contorce-te de prazer no vazio de meus lençóis, que sou eu
sensualidade é perder-me na profundidade dos teus olhos,
sentir o cheiro da tua pele e sentir o toque das tuas mãos no meu corpo.
e saber que é apenas o início.
um dia fora dos dias teus, o meu corpo morde a alma do desejo,
fruto de uma noite dentro de uma noite nossa.
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Assinado. Os Poetas de um Café-Poema-Comum, dito sensual.

1 comentário:

  1. BRANCA RODRIGUES
    branca__r@hotmail.com

    2010/05/23 at 7:43 pm

    foi fantástico como nos revolvemos nessa ideia……às cegas numa vertigem ,procurando as palavras e lançando-as aleatoriamente………. num poema…..inacabado.
    OBRIGADA

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