segunda-feira, 12 de julho de 2010

Poema D - Colectivo de todos os desassossegados -


Meus caros Amigos,
a todos o meu Obrigado,
por abrilhantarem este Café Poema por si só inquietante.
isto porque, no meio de tanto desassossego,
tivemos tempo para rir e para fazer rir, para declamar e para ouvir as vozes de uma noite que transbordou num poema colectivo.
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Dizem que a alma não morre porém o corpo perece
Deixo-me na perfeita melancolia salvo no arame farpado / perpetuado no silêncio / naquele demónio abraçado / permaneço nessa perdida histeria
Dinheiro
Dança nos sonhos da minha memória
Desejo é o que sinto por ti
Devoção
Derramavam a música que enchia o ar
Danças de vento num redopio
Debruço na varando do desassossego
Durmo em ti
Depois dos Abionz Brake you Fokers
Deitado esperando por ti / devaneios de amor eu senti / a emoção em mim crescer
Dizem que o amor é belo / não sei se será assim / quantas vezes ele nos leva /ver amigos num duelo
Diafragma faminto por ti / pelo desassossego eterno dos mortos / onde a vida se ausenta por medo / de sentir o vazio em que caímos
Dentro de mim há um sentimento asfixiante / não sei se é agonia / tristeza ou desespero / só sei que me consome / e já não é parte de mim / é o meu ser todo
Digo e volto a dizer...sem o desassossego, o que seria de mim viver?
Dar as mãos Dançar é ser feliz
De graça, com graça e em estado de graça
Devagar na letra D Deito o Dedo Do dia e Durmo Desassossegado Dançando.
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Ass: (d)os muitos poetas desassossegados.

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