a brisa escupia o ondular vegetal do cabelo,
olhei uma vez e parecia que um cavalo marinho levitava.
quando olhei a segunda vez, a vaga de um sorriso
hipnótico e tangivel fez sombra ao sol.
a flor de anjo conduzia um cavalo marinho motorizado,
enquando deixava cartas nas casas marítimas,
balbuciei algumas palavras numa língua desconhecida
inventei gestos e dicionários.
as mais belas flores não precisam de raízes.
nem os novos animais precisam de sangue para amar.
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