Estávamos no início de Março quando a andorinha-dáurica anunciou a sua chegada triunfal. Num planar calmo, mas mesmo assim imprevisto, cheio de voltas e reviravoltas, cruzava os céus, deixando antever os brilhantes tons dourados da sua plumagem. Foi um desafio motivador seguir este voo e tentar fotografar as suas características mudanças de rumo. E foi nesse instante que reparámos no labor atarefado desta andorinha na construção do seu ninho, edificado numa construção devoluta, abandonada pelo homem. O que uns abandonam e deixam cair, a natureza encarrega-se de transformar .
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