nunca soube prenunciar o azul dos teus olhos de forma correcta,
nem a membrana dos teus abraços onde nos fechávamos nos dias frios de Dezembro.
o chá de ervas verdes que aquecem os solitários serve-nos de abrigo
naquelas manhãs de penumbra matizada em que te transformas
na mais curiosa das criaturas que habita o meu jardim de película imaginária,
raramente te vejo e não menos vezes de procuro,
porque sei que só o acaso cumpre o desejo.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Descobrir Dublin em 3248 minutos
Lisboa 5:20 - Aeroporto de Lisboa um formigueiro de vidas apressadas. Após duas horas e meia de voo, saímos do aeroporto e já escutava um ...
-
E assim dei por terminada a leitura destas páginas que me inquietaram durante mais de um ano. Debaixo do braço ou na mochila, transport...
-
Lisboa 5:20 - Aeroporto de Lisboa um formigueiro de vidas apressadas. Após duas horas e meia de voo, saímos do aeroporto e já escutava um ...
-
Em Junho deste ano, quando estava a gravar a entrevista para a reportagem da Sic sobre o Parque Florestal de Monsanto , perguntaram-s...
Sem comentários:
Enviar um comentário