quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Lagoa de Melides
do longínquo areal levantam-se cavalos de fogo em indomável galope,
a praia só é praia porque tu a baptizas todos os anos com um nome diferente;
tudo vai e vem com o estrondo das ondas no moldar rochoso das noites mansas
depois do descanso da vista tentas tocar no horizonte e vês que tudo se move
num coágulo prateado de paz lenta,
antes de ouvir chamar o teu nome colocas as nuvens no sítio e arranjas casulo para a lua,
deixas o mar arrumado, a praia estendida e vais...
são estas crinas que te devolvem o trote momentâneo da realidade.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Jorge Palma no bairro da eternidade
Lembro-me de ver o Jorge Palma numa esplanada nas Picoas em Lisboa, a contemplar fotografias relevadas do negativo. Fotos que ainda estavam ...
-
E assim dei por terminada a leitura destas páginas que me inquietaram durante mais de um ano. Debaixo do braço ou na mochila, transport...
-
Em Junho deste ano, quando estava a gravar a entrevista para a reportagem da Sic sobre o Parque Florestal de Monsanto , perguntaram-s...
-
Luto filho da Mãe! Agradeço, mas não aceito convites passar a consoada com ninguém. Durante mais de cinquenta anos celebrei esta época pel...

Sem comentários:
Enviar um comentário