Quando o céu nos serve de telhado
à solidão das ideias em flor,
à queda de tantos braços em brasa,
não há quem habite os olhos
das casas abandonadas da planície.
Na sua boca as palavras tinham outro sabor. As pausas, os silêncios, conferiam um significado às sombras que deslizavam nas conversas. Dava ...
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